
Somos miúdos, temos a vida pela frente. Para nós, qualquer um que brinque connosco, que exiba um sorriso, que nos deixe brincar com os seus brinquedos é nosso amigo. Quando temos alguma pequena questiúncula logo dizemos: -Já não sou teu amigo!-. As crianças são assim.
Mas, à medida que a idade avança afeiçoamo-nos mais a uns do que a outros. Há quem diga que é uma questão de energias. Talvez!A vida ensina a conhecer e reconhecer a amizade, a verdadeira amizade. Mais importante do que definir com exactidão a palavra é preciso conhecê-la, senti-la, para percebermos quem é o verdadeiro amigo.
Muitas definições existem para a palavra, será que alguma delas traduz realmente o que é ser verdadeiramente amigo de alguém? São, na maioria das vezes, a percepção que todos nós temos da palavra. Os chavões do costume. Contra tudo o que está instituído, até contra a nossa verdadeira maneira de ser, de tentar explicar por palavras tudo o que nos vai na alma, a amizade não consegue ser realmente explicada.
A amizade traduz-se em comportamentos. Somente as atitudes do dia-a-dia nos conseguem fazer perceber o que é um verdadeiro amigo. As pequenas atitudes que parecem não significar nada, são, por vezes, grandes declarações de amizade. Pelo contrário, os comentários banais - para alguns -sobre este ou aquele amigo denunciam a falta de amizade, ou pior, por vezes, até a falta de capacidade de ser verdadeiramente amigo.Mais do que amigos, temos uma imensidão de conhecidos. Alguns até considerávamos amigos. Até ao momento em que sabemos que somos, continuadamente, alvo de críticas absurdas sem sentido, ofensivas até. Criticas assumidas como os tais comentários banais, que para eles não têm qualquer significado.
Mas que, para quem dá valor à verdadeira amizade, aquela que se sente cá dentro, aquela que não se consegue explicar, atinge como uma seta. Assim, passam a conhecidos, apenas mais íntimos que muitos outros, pelos quais continuamos a sentir apreço, conversando, rindo, passando uns bons bocados e ajudando se for preciso em qualquer ocasião. Mas, nunca mais sentindo aquela lealdade felina, defendendo em qualquer ocasião, pondo a - mão no fogo - perante qualquer um.
Os verdadeiros amigos têm de ser tratados como pérolas, ouro, sei lá, o que de mais valioso houver para quem ler este pequeno escrito. A par da nossa família é o que temos de mais precioso nesta vida.Aturam as nossas irritações, as más disposições, os desabafos, apoiam incondicionalmente as nossas decisões, dando sempre o precioso conselho, mas nunca virando as costas e, muito menos, criticando com outros ou em público as nossas opções de vida, opções profissionais e, muito menos, fazendo juízos de valor daquilo que não conhecem.Algures li a frase: "«Antes de julgares uma pessoa, caminha durante três luas com os seus mocassins. (...) Vistas de fora, (...). Enquanto se está de fora, é fácil compreender mal as pessoas, as suas relações. Só de dentro, só caminhando durante três luas com os seus mocassins é que se pode compreender as motivações, os sentimentos, aquilo que faz agir uma pessoa de uma forma e não de outra. A compreensão nasce da humildade, não do orgulho do saber.
O verdadeiro amigo é assim, compreende, tenta perceber, não julga, é apenas e só um verdadeiro amigo.Obrigado aos meus verdadeiros amigos.
OBRIGADA !
Mas, à medida que a idade avança afeiçoamo-nos mais a uns do que a outros. Há quem diga que é uma questão de energias. Talvez!A vida ensina a conhecer e reconhecer a amizade, a verdadeira amizade. Mais importante do que definir com exactidão a palavra é preciso conhecê-la, senti-la, para percebermos quem é o verdadeiro amigo.
Muitas definições existem para a palavra, será que alguma delas traduz realmente o que é ser verdadeiramente amigo de alguém? São, na maioria das vezes, a percepção que todos nós temos da palavra. Os chavões do costume. Contra tudo o que está instituído, até contra a nossa verdadeira maneira de ser, de tentar explicar por palavras tudo o que nos vai na alma, a amizade não consegue ser realmente explicada.
A amizade traduz-se em comportamentos. Somente as atitudes do dia-a-dia nos conseguem fazer perceber o que é um verdadeiro amigo. As pequenas atitudes que parecem não significar nada, são, por vezes, grandes declarações de amizade. Pelo contrário, os comentários banais - para alguns -sobre este ou aquele amigo denunciam a falta de amizade, ou pior, por vezes, até a falta de capacidade de ser verdadeiramente amigo.Mais do que amigos, temos uma imensidão de conhecidos. Alguns até considerávamos amigos. Até ao momento em que sabemos que somos, continuadamente, alvo de críticas absurdas sem sentido, ofensivas até. Criticas assumidas como os tais comentários banais, que para eles não têm qualquer significado.
Mas que, para quem dá valor à verdadeira amizade, aquela que se sente cá dentro, aquela que não se consegue explicar, atinge como uma seta. Assim, passam a conhecidos, apenas mais íntimos que muitos outros, pelos quais continuamos a sentir apreço, conversando, rindo, passando uns bons bocados e ajudando se for preciso em qualquer ocasião. Mas, nunca mais sentindo aquela lealdade felina, defendendo em qualquer ocasião, pondo a - mão no fogo - perante qualquer um.
Os verdadeiros amigos têm de ser tratados como pérolas, ouro, sei lá, o que de mais valioso houver para quem ler este pequeno escrito. A par da nossa família é o que temos de mais precioso nesta vida.Aturam as nossas irritações, as más disposições, os desabafos, apoiam incondicionalmente as nossas decisões, dando sempre o precioso conselho, mas nunca virando as costas e, muito menos, criticando com outros ou em público as nossas opções de vida, opções profissionais e, muito menos, fazendo juízos de valor daquilo que não conhecem.Algures li a frase: "«Antes de julgares uma pessoa, caminha durante três luas com os seus mocassins. (...) Vistas de fora, (...). Enquanto se está de fora, é fácil compreender mal as pessoas, as suas relações. Só de dentro, só caminhando durante três luas com os seus mocassins é que se pode compreender as motivações, os sentimentos, aquilo que faz agir uma pessoa de uma forma e não de outra. A compreensão nasce da humildade, não do orgulho do saber.
O verdadeiro amigo é assim, compreende, tenta perceber, não julga, é apenas e só um verdadeiro amigo.Obrigado aos meus verdadeiros amigos.
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