Antibióticos Naturais Existem anos de estudo de prática no uso de mel, limão e geléia real, todos estritamente dentro da dietética.
O efeito do mel é reconhecido, há milhares de anos como ileso à deterioração. Múmias mergulhadas em mel, angorás e vasos de mel milenar em sarcófagos, mel guardado dezenas de anos na Europa sem deteriorar, tudo isso são casos de testemunho perpétuo e cada um que queira comprovar, é só seguir as regras da experimentação – conserve o mel no teor de vinte por cento de água, quarenta e um por cento de glicose e trinta e cinco por cento de levulose, o resto forma-se de sacarose, sais, vitaminas e cinzas, tudo isto processado por abelhas com invertase.
Coloque qualquer microorganismo dentro. Tape e volte quando quiser comprovar que os microorganismos não conseguiram proliferar, com raríssimas excepções e ainda assim com pouco desenvolvimento.Por isso, cuidado com o uso excessivo de mel – você estará a matar a sua flora intestinal.
Para uso tópico em feridas expostas ou nas mucosas, passado como se fosse pomada, também age razoavelmente, sendo o seu efeito acentuado, por sumo de limão, manga, laranja, maracujá, caju, caqui, figo, ameixa e muitas outras frutas que possuam alguns ácidos orgânicos.
Para infecções oculares também se indica o mel e os sumos de frutas conjugados. Mas, se o caso a combater já está em alta febre, controlada com banhos de imersão, ainda assim podemos recorrer ao mel e sumos de frutas ingeridos juntos.
Em apoio ao mais eficiente antibactericida que conhecemos e que se chama geléia real. A geléia real é um liquido branco, de consistência grossa, gosto amargo, produzido pelas abelhas nutrizes para ser fornecido à rainha e aos zangões. É composta de água, proteínas específicas da abelha, sais minerais, vitaminas (quase todas) e hormónios activadores de todas as funções orgânicas.
O seu efeito activador vai decrescendo rapidamente se for deixada à temperatura ambiente. Pior ainda será se for aquecida. Entretanto, conserva o seu valor por meses e anos dentro do mel. A dose a usar será de décimos de grama ou miligramas e já serve de activador. Dissolvida em mel à base de um por cento a dois por cento, podemos usar de cada vez de 8 gramas desse mel e com essa dose debelar uma infecção em menos de 12 horas, repetindo a dose de 3 em 3 horas. Qualquer alimento, até mesmo frutas, pode dificultar a açcão da geléia real. Ela age sobre as matrizes dos linfócitos em apenas cinco minutos após a ingestão, crescendo sua activação enzimática por um ciclo de 3 horas. Ao fim desse período decresce sua acção lentamente.
Por isso é aconselhável repetir a ingestão ao fim das 3 horas sem admitir nenhuma interferência alimentar excepto mel, água e limão que acentuam o efeito linfogênico. Com o bombardeio orgânico que os antibióticos alopáticos fazem, é uma boa opção passar a adoçar o seu sumo com mel (como prevenção) e fazer uso da geléia real (em caso de infecção).
Nunca deixe de procurar o seu médico antes de mudar os seus hábitos alimentares ou quando estiver doente. Converse com ele sobre as alternativas, a automedicação, alopática ou não, é prejudicial à saúde e algumas pessoas podem apresentar processos alérgicos.
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