terça-feira, 29 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
E por falar em guardar…
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás…
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem…
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras…
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo…
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender…
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo…
Eu não tenho filosofia; tenho sentidos…
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar…
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar… Alberto Caeiro, em “O Guardador de Rebanhos”
Biblioteca Amém
Sapatinho de cristal......
O designer Martin Margiela tornou-se famoso por sua excentricidade na hora de criar peças. Seu exemplo mais recente são os Glass Slippers, que parecem ter sido feitos inspirados nos sapatinhos de cristal da Cinderela. Confeccionados com vidro, eles representam o máximo do fetiche em sapatos, com estilo único. Mas se você não pretende usá-los por aí, pode exibi-los como objectos de decoração. Não acredita? Até Margiela confia no sucesso de suas criações como peças decorativas, já que vende os sapatos separadamente. Um pé sai por US$1.277 e, o par, por US$ 2.580. À venda nas lojas Maison Margiela Stores, espalhadas pelos Estados Unidos, Europa e Ásia.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Começou no passado dia 16 e termina hoje, dia 22 (Dia Europeu sem Carros) mais uma Semana Europeia da Mobilidade, iniciativa destinada a chamar a atenção e a promover a mobilidade sustentável, os transportes públicos, os modos de deslocação suaves (com destaque para o ciclismo e o pedestre), com vista a combater a proliferação do automóvel nas estradas, o desperdício e dependência energéticos e as emissões de gases com efeito estufa e devolver melhor ambiente aos nossos espaços urbanos.Para assinalar esta iniciativa, nos dias 16 e 22 de Setembro todos os cidadãos poderam viajar gratuitamente nos suburbanos de Lisboa e do Porto da CP, na Transtejo, na Soflusa, na Carris, na STCP, no Metropolitano de Lisboa e no Metropolitano do Porto.
É uma semana simbólica e de grande interesse pela reflexão que se faz em torno da mobilidade, mas é necessário que as decisões tomadas por cada um de nós, pelas autarquias e pelo Governo tenham uma maior abrangência temporal, e que de facto contribuam a curto, médio e longo prazo para os objectivos últimos da Semana Europeia da Mobilidade: o combate à poluição gerada pelo tráfego motorizado no ambiente urbano.
Este ano, o tema da Semana Europeia da Mobilidade é dedicado à Melhoria do Ambiente na Cidade.
A população ainda depende, excessivamente, do uso do carro, movido a combustíveis fósseis, resultando na maior fonte de emissões de dióxido de carbono que afectam o ambiente das nossas urbes. As cidades sofrem com o tráfego, gerador de poluição atmosférica e sonora, e causador da sinistralidade nas estradas, do seu congestionamento e da falta de espaço público. Embora estejamos a convergir para veículos mais “limpos” e eficientes do ponto de vista energético, para o uso de combustíveis alternativos e de sistemas de transporte inteligentes, tal facto, apesar de promissor, não é solução por si só, se constatarmos que, de ano para ano, tanto a população quanto o número de automóveis não deixam de aumentar.
Mas para que isso seja possível, tem que haver uma rede de transportes públicos eficiente, senão tudo continua mais na mesma .
As bolsa de patchwork estão na moda...veja como fazer
Para fazer a bolsa você irá precisar:
- Retalhos de tecidos que podem ser grandes ou pequenos.
- 50cm de tecido para o forro.
- Tiras de tecidos.
- 50 cm de feltro.
- 1 fecho de 60cm.
- Cadarço de 1,20m.
- Molde nas medidas de 10X65cm para as laterais e fundo da bolsa.
- Molde nas medidas de 60X9cm para a alça.
- Uma máquina recta para juntar os tecidos e dar melhor acabamento na bolsa.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Abaixo as cartas de amor
Quando li as velhas cartas de amor que escrevi percebi uma coisa terrível: são todas tão tristes. Sempre tão sérias, tentam descrever com precisão o amor que sentia, como que a tentar convencer alguém da veracidade desse sentimento, quase a tentar vende-lo.Provas de amor? O amor precisa de provas além daquelas contidas em sorrisos e lágrimas? Já não fica explícito na cara dos apaixonados tudo aquilo que sentem? Foi quando li umas velhas cartas de amor que me dei conta de quanto tempo se perde a tentar entender ou explicar aquilo que sentimos. A gente só não tenta entender o que é bem simples: o amor é para simplesmente se viver!!!
"Descobri o segredo da vida: esta vida só serve para gente viver..." - sábias palavras do velho Bob.
Lamentável é alguém ter que escrever num pedaço de papel aquilo que quer dizer mas não pode, ou pode mas não tem coragem... Hoje queria baixar um decreto contra essas verdadeiras lamurias. Abaixo a toda e qualquer tentativa de definir o amor sentido. Vamos é deleitar-nos a escrever coisas idiotas e versos em rima. Vamos pintar em papéis coloridos e perfumados. Vamos desenhar girafas, flores, luas, corações, tocadores de concertina, balões, gente a flutuar no céu, palhaços...
Hoje quero apenas escrever cartas de amor que me façam sorrir, pois assim sei que é isso que farei surgir no rosto de quem hei-de amar, sorrisos.
P.S.: Mas vez por outra ainda escreverei tristes cartas de amor; pois o amor também é tristeza, mas quando a passamos para o papel, tornam-se beleza e ensinamento.
O Karma
Karma - é uma lei do Hinduismo que defende que qualquer acto, por mais insignificante, voltará ao individuo com igual impacto. Bom será devolvido com bom; mau com mau. Visto os Hindus acreditarem na reencarnação, o karma não conhece limites de vida/morte. Se o bem e o mal caem sobre si, se as pessoas se comportam de determinado modo consigo, isso deve-se ao que fez nesta ou numa vida passada. Por um lado, o karma serve para explicar porque acontecem coisas boas a pessoas más e coisas más aos bons. A injustiça do mundo, a distribuição aparentemente ao acaso do bem e do mal é apenas aparente. Na verdade todos recebem o que merecem. Mesmo a criança brutalizada por adultos merece esse horror. Os atrasados mentais, os milhões de Judeus mortos pelos nazis, merecem-no pelo que fizeram no passado. O escravo espancado até à morte merece-o, não pelo que faz agora, mas pelo que fez numa vida passada. O mal é racional, de acordo com a lei do karma.
Apesar de não haver provas de karma e que essa crença não se baseia em mais que no desejo de que o mal deste mundo faça sentido, a ideia do karma é popular entre as culturas ocidentais onde se separou das suas raízes hindus. Os teósofos, por exemplo, acreditam no karma e na reencarnação. Também James Van Praagh, que afirma ser um condutor psíquico para os biliões de pessoas que morreram ao longo dos séculos.
Digamos que alguém mata outro... num multibanco... Podem ser duas coisa. A pessoa que cometeu o crime usou o seu livre arbítrio para o fazer. Ou, e isto pode parecer estranho, pode tratar-se de uma situação kármica em que a pessoa assassinada teve de pagar o ter morto alguém numa anterior encarnação.
Van Praagh deixa claro que pensa que é o karma, não o livre arbítrio, que leva as pessoas a matarem-se umas às outras. Se Van Praagh está certo, podemos desmantelar os nossos sistemas de ética e de justiça criminal. Ninguém é realmente bom ou mau. É apenas o nosso karma. Ninguém é realmente responsável por nada do que faz. Somo apenas peões karmicos dançando com o destino.
Mas porque é que um principio amoral como o karma deve ser apresentado como explicando a injustiça máxima num universo indiferente? Porque, diz Van Praagh, "Estamos nesta Terra para aprender lições. Esta é a nossa escola primária... Devemos passar certas lições para crescermos." De acordo com Van Praagh, a vida na terra é uma vida no purgatório. Estamos a sofrer dos nossos pecados, a evoluir as almas. Estas são as mesmas razões que os teólogos dão para a existência do mal num mundo alegadamente criado por um Deus todo-poderoso e todo-bondade.
Puxando um pouco as afirmações, hindus, teosofistas e teólogos (os que tentam justificar os desígnios do Senhor) todos apelam ao "mistério" de tudo isto. Mas não há mistério no mal se reconhecemos que não há propósito na vida, não há vida depois da morte, não há recompensas no Céu nem punições no Inferno, não há Nirvana. Embora possa não haver sentido na vida, pode haver vidas com sentido. A crença no karma, contudo, não é essencial para uma vida com sentido. De facto, o karma parece tornar a vida trivial, uma mera "lei" metafisica que reduz os humanos a criaturas desumanizadas, desprovidas de moral e responsabilidade. O Karma não permite que o mal que cai sobre si possa ser imerecido. Isto é uma verdade que os fracos não conseguem olhar de frente. O Karma não permite que o bem que recebe possa ser merecido. Isto é uma verdade que os impotentes e desadequados conseguem olhar.
Como tal noção se tornou uma verdade essencial numa das grandes religiões? Como ganhou audiência fora da Índia? É uma lei para carneiros. Não nos admiremos que os pastores a defendam. É uma lei para passivos, para os que não perturbam o status quo, que aceitam qualquer mal como "natural" e inevitável. Karma é uma lei para escravos, para conquistados, e não foram os escravos que inventaram os dogmas religiosos. Os seus donos sabiam o que faziam. Aceitar o mal que lhes aconteça. ser bom, isto é, aceitar as ordens do dono e comportar-se de maneira ordeira. Que camponês pensaria que devia ter havido uma primeira vida sem vidas passadas? Como funcionava o karma nessa altura? Se não funcionava ou não era necessário então, porque era necessário para as outras vidas? Os mestres teriam as respostas. Teem sempre. São os donos da linguagem. Usando o poder das palavras podem reconciliar leis inexoráveis com liberdade. Podem fazer as contradições parecerem tautologias. E se os mestres não tivessem as respostas, podiam sempre calar os que se atreviam a perguntar o que não compreendiam. É um mistério e toda a gente gosta de mistérios! E se isso não funcionasse havia sempre a morte. Geralmente isso cala os dissidentes e os perturbadores.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Sem stress no trabalho
12 conselhos que a vão deixar muito mais zenNos momentos de maior pressão, não deixe os nervos vencer. Respire fundo, pondere os seus actos e... sorria!
Um sorriso ajuda a fomentar os pensamentos positivos e, segundo as pesquisas, pode até ajudar na recuperação da depressão. Faça chuva ou faça sol... sorria sempre.
Não se deixe contagiar pelo pessimismo. Por pior que seja a tempestade, mantenha a tranquilidade, a noção dos valores e das prioridades. As emoções são contagiosas mas a paz de espírito também o é. Uma pessoa que conserva a calma é um pouco como uma ilha no meio do mar quando todos parecem poder afogar-se», ilustra o psicólogo Vítor Rodrigues.
Sempre que puder, faça ginástica no local de trabalho. Exercícios de alongamento favorecem a agilidade física e reduzem o stress, assegura o fisiologista do exercício Elvis Carnero. «Sentada, estique uma perna e incline o tronco para a frente com suavidade (sem flectir a coluna). Este exercício permite alongar os músculos posteriores da coxa».
Reúna num CD, no leitor de mp3 ou numa pasta do seu computador uma selecção de música 100 por cento positiva e oiça-as, a um som ambiente, no local de trabalho.
O êxito do último Verão, a sua canção favorita dos tempos de Faculdade, aquela que adora dançar com o seu parceiro ou a que canta com o seu filho vão fazer milagres por si. Traga-as sempre consigo e use-as como antídoto quando o som ambiente não lhe agrada.
Privilegie o contacto cara a cara. O número de vezes que uma pessoa, em média, vê o e-mail por hora, é 40, revela estudo da Universidade de Glasgow, segundo o qual o sexo feminino é quem mais sofre com esta avalanche de informação. Se está soterrada em e-mails, SMS, telefonemas, simplifique.
«Siga o bom senso», aconselha o psicólogo Vítor Rodrigues. «Saiba desligar ou silenciar o telemóvel, comunique pela Internet só em períodos autodeterminados. Desenvolva maturidade afectiva e revalorize a comunicação directa, cara a cara», sugere.
Nos momentos de tensão em que só lhe apetece gritar, faça este exercício. Contraia todos os músculos do rosto ao máximo durante 15 segundos, depois relaxe e repita. A contracção e relaxamento repetitivo ajuda a libertar a tensão retida acima do pescoço, pode ler-se na obra «You - Sempre Jovem», de Michael Roizen e Mehmet Oz (Lua de Papel).
Inspire-se na simplicidade oriental e organize o seu escritório ou local de trabalho. Livre-se do que não precisa, defina um lugar para cada objecto e incentive os restantes elementos da equipa a zelar pela harmonia (e arrumação) do espaço.
Como afirma Dominique Loreau, autora de «A arte da simplicidade», editada em Portugal pela Bizâncio, «a ordem economiza tempo e alivia a memória».
Em tempos de crise global, o que pode uma trabalhadora dependente, como você, fazer? Esperar. Ou então seguir o conselho de Pedro Queiroga Carrilho, especialista em finanças pessoais e «criar um trabalho para si, outra fonte de rendimento (por exemplo arrendar um imóvel), ter uma parceria num negócio ou dar explicações. É importante ser proactivo e explorar possibilidades».
Não vá trabalhar sozinha. Tem um amigo que mora perto de si e trabalha na mesma zona da cidade?
Faça o percurso a dois, partilhando o carro, ora o dele ora o seu. Para além de dividir os custos de combustível e estacionamento, pode aliviar o stress com uma conversa animada, ignorando o trânsito.
Seja em casa ou no trabalho, defina objectivos realistas. É verdade que as mulheres conseguem realizar várias tarefas em simultâneo mas isso não implica preencher o seu dia como se tivesse 48 horas.
Estabeleça prioridades e aprenda a dizer «não». Verá que, depois disso, o seu «sim» terá muito mais valor.
Proteja a sua vida afectiva. Deixe o trabalho no escritório e faça a transição entre o modo profissional e o pessoal antes de chegar a casa. Para preservar a harmonia no casal, é vital «combater a necessidade quase automática de despejar no outro os problemas e o stress do dia», alerta Marta Crawford, sexóloga.
Valorize-se pelo que é e não pelo que tem. «Pare de tentar impressionar as outras pessoas, não viva acima das suas possibilidades. É importante ter um controlo orçamental rígido e ver onde pode reduzir gastos», alerta Pedro Queiroga Carrilho, especialista em finanças pessoais.
revista saber viver
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Regresso ao Trabalho já dia 16...

Os dias passados na praia ou no campo, a visitar museus ou a conhecer uma nova região deixam sempre saudades e uma enorme vontade de ter mais alguns dias de férias. Mas, o regresso ao trabalho é inevitável, por isso, o melhor que tem a fazer é consciencializar-se que após umas saborosas férias chega sempre a realidade do trabalho e da vida quotidiana.
O primeiro dia é o que custa mais. Os horários ainda são os das férias, a vontade de apanhar sol é maior que a de trabalhar e o trânsito e a confusão parecem estranhos. Mas a vontade de rever os amigos também é uma boa ajuda para ultrapassar as coisas menos boas.
O derradeiro desafio

Nós, as mulheres
Se existe algo que a vida nos ensina, posso garantir-vos, é que, queiramos ou não, nós as mulheres estamos condenadas a ser responsáveis pelas relações que temos ao longo da vida.
Eu sei que é dramático e injusto, mas não deixa de ser verdadeiro.
Assim, minhas amigas, não vale a pena culpar as nossas mãezinhas, as sogras, as miúdas boazonas, a crise, enfim, podemos ir buscar o que quisermos porque o que realmente interessa é apenas uma coisa. O QUE QUEREMOS NÓS DA VIDA.
Depois, é pegar nesses sonhos que em tempos tivemos e trabalha-los ao longo da vida, sem descanso, sem fins-de-semana ou férias, numa tarefa árdua.
Porque a relação com o nosso parceiro/os, é unicamente o que fazemos dela. Não existem homens ideais, como não existe um só homem que não reaja por reflexo ou obrigação.
Vamos aos exemplos práticos:
1º Todas acreditamos que conseguimos mudar o homem por quem nos apaixonamos.
Primeiro erro: Eles não mudam, apenas sobrevivem, numa ancestral capacidade de se adaptarem o melhor possível às situações, de forma a terem o mínimo de problemas, até um dia...
2º Quer tenhamos 20 anos ou 50, vivemos na expectativa de que o nosso homem nos entenda, nos surpreenda, nos faça sentir únicas e amadas por todas as razões e por razão nenhuma.
Segundo erro: Eles apenas reagem, não agem e quando o fazem é porque outra os obrigou a tal. Portanto, se quer que ele se lembre daquelas datas importantes, de a surpreender, etc. e tal, prepare você mesmas as coisas e finja que a ideia veio dele. Resulta e evita o desgaste e as lágrimas.
3º Se vivemos com alguém, esperamos que ele seja não uma “ajuda” mas um parceiro em todas as circunstâncias.
Terceiro erro: Os homens, mal comparados, são como os cães.
Apenas cumprem o estritamente necessário para evitar que a dona o chateie. Não pense que o que a espera é mais do que isto e trate-o como a criança que ele será a vida inteira.
4º O meu marido é um óptimo pai!
Quarto erro: se por acaso se separarem, você vai perceber que afinal ele limitava-se a abanar com a cabeça e a concordar consigo.
Se por acaso ele tiver mais filhos de outra relação, todo o grande amor passa para esses, até aparecer mais uma mulher no caminho. Eles amam, mas...na medida em que são capazes.
5º O amor e o sexo andam de mãos dadas, e se ele é infiel é porque não me ama.
Quinto erro: Efectivamente os homens, tal como os outros machos, não copulam por sentimentos afectivos. Apenas acontece que por vezes as duas situações se unem.
Qualquer homem diz abertamente, se não tiver a respectiva ao lado, que sexo e amor são coisas distintas.
6º Os jovens de hoje não são nada assim!
Sexto erro: Pois não, meninas, são piores! Andam aterrorizados com a independência feminina, têm uma oferta excedentária e não se querem comprometer antes dos quarenta!
Ou então decidem dar o nó e é só ver o número de divórcios em casamentos com apenas dois anos!
7º Conheço muitos casais felizes e casados há imenso tempo.
Sexto erro: Como diz o povo, “só sabe do convento quem lá está dentro”! Mas na verdade existem casamentos felizes. São exactamente aqueles em que as mulheres aprenderam a conduzir a carruagem e a saber apreciar o resultado, sem dramas.
8º Para aguentar isto tudo, estou melhor sozinha!
Oitavo erro: Minhas amigas, “quem só se veja, quem só se deseja”! Se você gosta realmente de estar só, então tudo bem, mas, se não, não me diga que vai desistir da vida só porque é difícil!
Todas nós escorregamos, caímos e depois...temos que nos levantar!
9º É junto dos amigos que encontro com quem falar e partilhar.
Nono erro: Pois, não estou a pôr em causa que a verdadeira amizade existe, mas, para começar, qualquer homem lhe pode explicar (se quisesse) que a amizade entre macho e fêmea tem sempre uma componente sexual, por parte deles pelo menos.
Quanto às amigas, bem, não querendo ser ainda mais cruel do que até agora, com raríssimas excepções as mulheres vivem em competição umas com as outras, e isto significa que, quando chega o momento, saltam para o outro lado.
Se não acredita, olhe para as divorciadas e veja como, de repente, deixam de ser bem-vindas em todas as casas!
10º Nunca serei feliz porque ele não me ama!
Décimo erro: Vamos deixar-nos de tretas! Já lá vai o tempo em que se morria por amor! Uma vez mais, SOMOS NÓS QUEM DECIDE!
Se queremos viver o resto da vida a fazermos de vítimas e a chorar pelos cantos, enquanto ele vai gozando a vidinha dele, então vamos em frente. Mas perceba que a decisão é sua. Você pode esquece-lo.
Até pode acontecer não voltar a encontrar alguém que ame dessa forma, mas, se aprendeu alguma coisa, vai ter mais cuidado e principalmente vai ser esperta em vez de inteligente!
Conclusão:
Quando tiver o coração partido por alguém, pense em quem sofre numa cama do hospital sem esperança. Pareço-lhe ridícula? Pois, mais ridículo é deixarmos a nossa felicidade nas mãos de um homem!
Note que os homens são geralmente muito melhores seres humanos do que nós. São mais puros, mais simples, mais...
O que cada uma de nós tem que fazer é decidir se aquele que está ao nosso lado, ou queremos ao nosso lado, vale a pena. E, a partir daqui, é ir em frente.
Porque, quando amamos e somos amadas, naqueles momentos mais difíceis da vida, quando a idade nos pesa, posso garantir-vos que o investimento valeu a pena!


